Ler é se educar ou o quê? Todos somos passíveis de cometer erros, entretanto, não compreendo como os autores de “Por uma vida melhor”, podem dizer que erros gramaticais não são incorretos, mas sim inadequados. Se, realmente, for esta a observação mencionada na obra quanto ao uso da língua portuguesa, conforme a premissa desses escritores, devo entender que erros de vestibulandos devem ser reconsiderados nas redações.
O livro, aprovado pelo Ministério da Educação e Cultura e distribuído para o ensino de jovens e adultos, pode com isso ter uma proposta inovadora de ensino. Porém, se com o incentivo à leitura, a correção verbal em sala de aula, o acesso à internet, gramáticas existentes e concursos que ressaltam o conhecimento da língua, ainda assim, há grande predominância dos equívocos linguísticos, principalmente entre os estudantes, qual resposta educativa pode ser esperada dos alunos que têm neste livro uma fonte de informação?
Será que a vida do aluno vai melhorar aceitando-se os erros de concordância por ele escritos? Há programas na mídia que perguntam se é válido ver ou ouvir de novo. A minha, depois disto é: Vale a pena seguir a norma culta da língua portuguesa de novo? Até a próxima!

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