Li a seguinte notícia, nesta noite do dia 30 de março, publicada no site do Estadão:
"Um garoto de 11 anos morreu no município de Nova Lima (MG) hoje ao colocar a cabeça para fora da janela do transporte escolar que o levava para casa. A Polícia Militrar (PM) informou que o menino chocou-se contra um poste enquanto o ônibus desenvolvia uma velocidade superior a 50 km/h, e o impacto na cabeça foi suficiente para matá-lo na hora. O ônibus pertence a uma prestadora de serviços da prefeitura de Nova Lima."
Tudo deve ser refletido. Além do motorista, por questão de segurança, deve existir pelo menos outro profissional para tomar conta das crianças, fato não mencionado se havia ou não naquele momento.
Caro leitor, uma criança de 11 anos, ainda que tenha capacidade mental para entender este e outros perigos aos quais está sujeita, não tem jeito mesmo. Os familiares podem educar, o motorista pode reclamar, até o coleguinha de poltrona no ônibus pode criticar, porém a criança não vai escutar se ela não o quiser. O pior é saber que há adolescentes e adultos que fazem o mesmo. E aí, a culpa é realmente de quem? Do motorista?
